
Felipe Paranhos, 19 anos, faz Jornalismo na Facom - UFBA e estuda Jornalismo Esportivo.
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Posts passados[Quarta-feira, Julho 11, 2007]
Notas sobre Brasil e Uruguai
– Doni não dá.
– Os pênaltis de Forlán e Lugano entraram no rol das piores cobranças que já vi;
– Ficou tão claro que Doni escolhe o canto que até o horroroso Abreu notou e cobrou, cheio de moral, ao melhor estilo Djalminha.
– Ao menos, o goleiro brasileiro foi esperto e, no pênalti do Lugano, esperou o cobrador bater. Surpresa! Pegou.
[Outro parêntese para falar de Fernando Menegazzo, volante da seleção de Dunga. Vocês estão vendo isso aqui do lado? Foi ele que fez, com uma cabeçada, alguns dias depois de ser convocado pela primeira vez para a seleção, em outubro do ano passado. Recebeu da Uefa quatro [poucos] jogos de suspensão. Cinco minutos após entrar contra o Uruguai, ele atingiu com as travas da chuteira o joelho do meia Ignacio Gonzalez. Merece punição ainda maior. O árbitro Oscar Ruiz deu a ele o cartão amarelo.]
Me recuso a torcer por este time.
postado por Felipe Paranhos | 1:01 AM |
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Perde, de novo, o futebol.
A seleção do Dunga, mais uma vez, jogou um futebol pífio. Provou, assim, que a goleada contra o Chile se deu muito mais pela fragilidade e pelos problemas no ambiente da delegação chilena que por qualidade brasileira.
O time brasileiro foi inteligente ao se aproveitar da Avenida Darío Rodríguez, à esquerda da defesa uruguaia, e por ali saiu a jogada do primeiro gol. Mesmo sem brilhar, jogava melhor quando a partida foi interrompida por conta da queda de energia. Com a bola rolando, Doni [ô goleiro fraquinho] se atrapalhou na saída do gol e Forlán fez o primeiro. A Celeste Olímpica ainda teve outras duas chances claras de gol, evitado por Doni em duas brilhantes defesas.
[Faço aqui um parêntese pra falar do Doni. Pra mim, é mais um daqueles goleiros que fazem as defesas mais difíceis e falham nas bolas mais fáceis. Mostrou, inclusive, a fragilidade do seu futebol na disputa de pênaltis. Mas isso é assunto pra depois.]
Quando o Uruguai era melhor, saiu o segundo do Brasil. A partir daí, o jogo caiu no marasmo e no medo de arriscar de ambos os times. Jorge Tabarez voltou pro segundo tempo com o horroroso El Loco Abreu no ataque, trazendo Forlán um pouco pra trás, para armar as jogadas, já que o time havia perdido Alvaro Recoba por contusão. E aí o urbanista Maicon mudou a Avenida de lugar. Em suas costas surgiu o gol de empate uruguaio e várias outras jogadas, evitadas pelo eficiente Alex, que tinha de cobrí-lo.
E chegaram os pênaltis. E o Brasil não treinou pênaltis. E agora? E...esquece. Maus batedores de ambos os lados, acabou dando Brasil, com duas defesas de Doni, que pegar, pegar mesmo, não pegou nenhum e poderia, se bem treinado fosse, pegar pelo menos outros dois. Brasil na final e o Telê Santana dos Pampas saiu fortalecido. Telê, o verdadeiro, lamenta.
postado por Felipe Paranhos | 12:35 AM |
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[Quinta-feira, Julho 05, 2007]
Varelando II
"O Alex Silva já jogou nessa posição [a lateral-direita] pelo São Paulo",
Mestre Dunga, que com certeza sabe que o São Paulo tem Ilsinho, Reasco e Souza para a lateral. Aliás, Alex Silva já jogou pela direita, sim, mas quando o tricolor joga com três zagueiros, o que é bem diferente.
Update: And´re Kfouri, da ESPN Brasil, informou que Alex Silva atuou durante um jogo e meio na lateral-direita. Graande experiência. Coincidência ou não, o São Paulo perdeu ambos os jogos.
postado por Felipe Paranhos | 12:52 PM |
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Varelando I
"Diego, esse grande craque do futebol espanhol",
Galvão Bueno, na narração de Brasil e Equador, mostrando todo seu conhecimento do futebol europeu.
postado por Felipe Paranhos | 12:49 PM |
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O estrategista
Você é um torcedor brasileiro. O que é pior de assistir?
a) Sua seleção enfrentar o Equador com três volantes;
b) Um treinador que pôe no time Alex Silva – descrito por Galvão Bueno como "um ótimo jogador" – e, como se não bastasse, na lateral-direita;
c) O único gol da seleção surgir de um pênalti mandrake;
d) Minutos depois, um pênalti muito mais claro não ser marcado para o adversário;
e) Saber que o futuro é ainda pior.
A resposta "Todas as alternativas anteriores" foi suprimida, pois a resposta seria très fácil.
– Impressionante. Josué, Mineiro e Gilberto Silva no meio-campo da seleção. Quem era o outro? Julio Baptista. Ué, mas ele não é volante/centroavante? Melhor não saber a resposta.
– A seleção tem, no banco, Elano, um segundo-volante que jogou na lateral-direita por várias vezes nos tempos de Santos. No entanto, o Rinus Michels dos pampas preferiu o brilhante Alex Silva, o pirulito.
– Assim como contra Chile e México, o selecionado brasileiro jogou um futebol pífio. Alguém ainda tem dúvida que a campanha do Brasil vai até enfrentar outro time minimamente organizado? A sorte do Telê Santana dos pampas é que a chave brasileira no mata-mata tem Chile, Venezuela e Uruguai.
– Paulo Roberto Falcão acaba de sentenciar: "Diego não entrou bem, Anderson também decepcionou. O que o Dunga tem é isso aí". O Brasil jogou três partidas, certo? Ou seja, 90 x 3 = 270, mais acréscimos, 280. Diego jogou 45 minutos do primeiro jogo e 20 do terceiro. De cabeça: 65 minutos significa menos de 25% do total. Quanta paciência, hein? Diego é muito bom jogador e merece jogar uma partida inteira. De preferência, acompanhado de mais um meia, pois, com três volantes, nem Riquelme, Cruyff, Maradona, Zico...
postado por Felipe Paranhos | 12:05 AM |
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